Construção: vidro, acrilico, plastico, arame, agua.
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sábado, 29 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
A rainha que chora
Taí mais um resultdo dos meus momentos de "artista".
Dessa vez decidi usar cores "alegres" ... o cabelo é mais laranja e o verde bem mais "cheguei"..mas a escaner não colaborou..o papel é A3 , então tive que escaniar duas partes separadas < por isso uma emenda visivel nos cilios >
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| A rainha que chora - tinta guache, acrilica, hidrocor |
sábado, 6 de agosto de 2011
Do papel p/parede
domingo, 10 de julho de 2011
Aquarela 1
terça-feira, 5 de julho de 2011
parcial "Café"
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Bailarinas
domingo, 3 de julho de 2011
De forma que isso aqui anda muito parado < por que a dona do espaço tem uma preguiça infeliz em ficar escrevendo textos enormes >, decidi mudar o foco e postar alguns experimentos que tenho feito na pintura.
O material que utilizo é muito simples < tinta guache, tinta de tecido, folha A3 63g e pinceis > e acho incrivel que no final de tudo gosto do resultado =)
Ok, ok, já estou com preguiça...vamos ao que interessa.
O material que utilizo é muito simples < tinta guache, tinta de tecido, folha A3 63g e pinceis > e acho incrivel que no final de tudo gosto do resultado =)
Ok, ok, já estou com preguiça...vamos ao que interessa.
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| "Para onde a estrada me levar" - tinta guache |
| " Dualidade" - tinta guache |
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| " Sobreposição" - tinta guache e tinta p/tecido |
domingo, 17 de abril de 2011
Relacionando com a Museografia
Arquitetura em Museus
Arquitetura em Museus
Assim como a arte se modificou nos últimos anos, a arquitetura também passou por um processo de revisão.
Todos os dogmas modernistas, desde o grande vão até a verdade dos materiais, passaram por uma reavaliação conceitual importante. A arquitetura de museus modificou-se bastante. Os arquitetos de hoje, chamados pós-modernos, têm uma grande liberdade para propor as mais diferentes soluções para seus projetos de museus, podendo incluir desde velhos princípios acadêmicos até os mais audaciosos hightechs. O ponto comum, que une a linguagem de quase todos, é a preocupação com a inserção urbana e o predomínio das grandes circulações internas.
Além da nova atitude dos arquitetos, mais uma novidade contribuiu para modificar a maneira de projetar museus: a ciência museológica.
Nos anos 30, começou a tomar corpo a necessidade de sistematizar os conhecimentos dispersos sobre a conservação de objetos em museus. Mas é a partir do ano de 1950, com a criação do Instituto Internacional para a Conservação de Trabalhos Históricos e Artísticos (IIC), que se considera constituída a museologia como ciência. Entretanto, sua influência sobre a maneira de projetar museus ainda demorou algumas décadas para se concretizar. Somente nos anos 80, com a onda renovadora de museus, é que vão ser incluídas as demandas museológicas cientificamente definidas.
É neste período que os museus deixam de ser simples galerias de exposição (mal iluminadas no período palaciano e exageradamente iluminadas no período modernista) e os arquitetos passam a enfrentar com muito mais rigor toda a complexidade do programa museu, deixando que se perceba, como aponta Corona Martinez, um certo paradoxo entre o discurso funcionalista dos verdadeiros modernistas e sua prática.
Entretanto, cabe ressaltar que, mesmo não tendo sido o resultado de um embate científico entre museólogos e arquitetos, os museus modernistas representaram a maior mudança já ocorrida na forma de projetar museus. Fazendo justiça aos pioneiros do movimento moderno, a maior parte dos novos procedimentos já tinha sido lançada. Aqui mesmo no Brasil, no exemplo do MAM do Rio de Janeiro, projetado por Reidy no final da década de 50, podemos ver na memória de seu projeto toda a preocupação com iluminação natural e artificial, variedade de tipos de exposições e mesmo com o controle climático. Este projeto alcançou um novo patamar referencial para os museus brasileiros. Mas a descontinuidade no processo de projetar e construir museus, entre nós, faz com que nossa atualização se dê aos saltos, depois de longos períodos de repetição de procedimentos projetuais. O MAM foi, neste sentido, mais do que o MASP, o último salto importante em matéria de museus.
Montaner, em seu livro “Novos Museus”, diz que a característica predominante dos novos museus é a complexidade do programa, a substituição do espaço flexível pelas tradicionais salas e galerias, a excelência dos métodos de conservação, exibição e iluminação dos objetos e o papel urbano que assumem, como monumento e lugar de arte.
Montaner classifica esses novos museus em alguns tipos básicos:
a - a grande caixa hightech, de forma prismática, onde todas as funções são distribuídas em seu interior homogêneo. É o caso do Centro Cultural Georges Pompidou (1971-77), de Renzo Piano e Richard Rogers, e do Centro de Arte Contemporânea de Nîmes, de Norman Foster;
b - a articulação, dentro de uma unidade muito clara, de elementos independentes que abrigam diferentes funções, como a Staatsgalerie em Stutgart, de James Stirling;
c - a reciclagem de edifícios históricos ou mesmo de conjuntos de edifícios dos centros históricos das cidades, como a Gare d’Orsay de Gae Aulenti em Paris;
d - os museus construídos em zonas rurais, que aproveitam a possibilidade de dispersão, como o Getty Center de Richard Meier, em Los Angeles.
Pode-se acrescentar um quinto tipo, que é a atualização, através de reformas modernizadoras, muitas vezes superpostas ao longo da história, dos próprios museus tradicionais. O exemplo mais notório, depois do Museu do Louvre, é o do Metropolitan de NovaYork.
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| Museu Guggenheim - Bilbao - Espanha |
Extraído de: Arquitetura de Museus , Flávio Kiefer.
sábado, 26 de março de 2011
Resumo produzido para matéria de Cerâmica I - EBA 123 , solicitado em uma atividade pela professora Maria da Conceição Andrade Sousa.
Cerâmica na história.
É difícil estabelecer o momento exato da descoberta do processo da cerâmica, mas é no Neolítico, quando o homem se sedentariza que a cerâmica se desenvolve e difunde.
O homem e a mulher pré- históricos modelavam o barro à mão, mediante a técnica de bola ou de rolos de argila. Esta cerâmica cozida a temperaturas muito baixas era porosa e muito frágil. Para tornar seus vasos impermeáveis, recorriam ao polimento, alisando e esfregando a superfície das peças com uma pedra lisa ou madeiras duras. Eram decoradas na argila mole, usando os dedos para fazer impressões e recorria com frequência a desenhos com motivos geométricos. Usava-se pigmentos de cor vermelha e bege, produzidos à partir da própria argila com que trabalhavam. As formas mais comuns eram a caliciforme e a campaniforme.![]() |
Vaso caliciforme - Vaso decorado com asas de pássaro. Necrópole de Corral de Saus (Moixent,Valencia). Século II aC. |
Vaso Campaniforme de Ciempozuelos. |
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